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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Cristianismo e Espiritismo

O que é preciso observar no Espiritismo é a moral cristã. O Cristo resume o que a moral mais pura, a mais divina, ensina ao homem, no tocante aos seus deveres nesta vida e na outra.
Foi o próprio Deus quem falou pela boca desse ser privilegiado que se chama Cristo. (R.E., novembro de 1860, “O Cristianismo”)(1)
Em seu nascimento, teve o Cristianismo que lutar contra uma potência terrível: o Paganismo.
O Espiritismo, ao contrário, nada tem a destruir, porque assenta suas bases no próprio Cristianismo; sobre o Evangelho, do qual é simples aplicação. (R.E., outubro de 1861, “Discurso do Sr. Allan Kardec”)(1)
O Espiritismo é obra de Deus. O Espiritismo é a lei imutável do Criador.
Desde que o homem teve inteligência Deus lhe inspirou o Espiritismo e, de época em época, enviou à Terra Espíritos adiantados, que ensaiaram em sua natureza corpórea a influência do Espiritismo.
Em breve todos os povos serão espíritas, porque aí está a universalidade de todas as crenças. (R.E., junho de 1863, “O futuro do Espiritismo”)(1)
Disse Jesus aos seus discípulos: “Teria ainda muitas coisas a vos dizer, mas não poderíeis ainda suportá-las”. Hoje, tendo a humanidade progredido, pode compreendê-las. Eis porque Deus nos deu a ciência do Espiritismo, e prova que a humanidade está madura para esta ciência, é que esta ciência existe. (R.E., fevereiro de 1868, “Votos de Ano-Novo de um Espírita de Leipzig”)(1)
O Espiritismo, partindo das próprias palavras do Cristo, como este partiu das de Moisés, é consequência direta da sua doutrina. (G. I, 30)(2)
O Espiritismo, pois, vem, a seu turno, fazer o que cada ciência fez no seu advento: revelar novas leis e explicar, conseguintemente, os fenômenos compreendidos na alçada dessas leis. (G. XIII, 4)(2)
Universalidade dos ensinos dos Espíritos: o que deu lugar ao êxito da doutrina exposta n’O Livro dos Espíritos e n’O Livro dos Médiuns foi que em toda a parte todos receberam diretamente dos Espíritos a confirmação do que esses livros contêm. (Ev. Introdução II)(3)
A ciência e a religião são as duas alavancas da inteligência humana: uma revela as leis do mundo material e a outra as do mundo moral, tendo, no entanto, umas e outras o mesmo princípio: Deus, razão por que não podem contradizer-se. (Ev. I, 8)(3)
O Espiritismo é a alavanca de que Deus se utiliza para fazer a humanidade avançar. (Ev. I, 9)(3)
O Espiritismo vem, na época predita, cumprir a promessa do Cristo: preside ao seu advento o Espírito de Verdade. (Ev. VI, 4)(3)
Bem compreendido, mas sobretudo bem sentido, o Espiritismo leva aos resultados acima expostos (o homem de bem), que caracterizam o verdadeiro espírita, como o cristão verdadeiro, pois que um o mesmo é que outro. (Ev. XVII, 4)(3)
O Espiritismo tem consequências de tal gravidade, toca em questões de tal alcance, dá a chave de tantos problemas, oferece-nos, enfim, tão profundo filosófico, que ao lado de tudo isso uma mesa girante é pura infantilidade. (R.E., julho de 1859, “S.P.E.E. – Discurso de Encerramento do Ano Social”)(1)
O Espiritismo está chamado a esclarecer o mundo. (R.E., abril de 1860, “O Espiritismo”)(1)
Se o Espiritismo proclama a sua utilidade (da prece), não é por espírito de sistema, mas porque a observação permitiu constatar a sua eficácia e o modo de ação. (R.E., janeiro de 1866, “Considerações sobre a prece no Espiritismo”)(1)
O Espiritismo tende para a reforma da humanidade pela caridade. (R.E., abril de 1866, “O Espiritismo sem os Espíritos”)(1)
Há duas partes no Espiritismo: a dos fatos materiais e a de suas consequências morais. (R.E., abril de 1866, “O Espiritismo independente”)(1)
No sentido filosófico, o Espiritismo é uma religião. (R.E., dezembro de 1868, “Sessão Anual Comemorativa do Dia dos Mortos”)(1)

1. KARDEC, Allan. Revista Espírita. 
2. ______. A Gênese.
3. ______. O Evangelho Segundo o Espiritismo.

http://www.oclarim.org/site/

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