a partir de maio 2011

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sábado, 5 de maio de 2012

FELIZ ANIVERSÁRIO AO DIVALDO FRANCO, CUJA ORATÓRIA É UM ENCANTO!


FELIZ ANIVERSÁRIO AO DIVALDO FRANCO,
CUJA ORATÓRIA É UM ENCANTO!
José Reis Chaves
          Vamos conhecer um pouco do renomado orador espírita Divaldo Pereira Franco, mais conhecido por Divaldo Franco.
           O Nazareno disse que o Consolador a nos ser enviado nos faria lembrar-nos das suas palavras, o que acontece de fato com a doutrina espírita. E lembro aqui que os espíritos dessa doutrina consoladora foram chefiados pelo prometido Espírito de Verdade, que se manifestou a Kardec, um apóstolo do Nazareno, pois ele codificou o espiritismo, tido como a Terceira Revelação, e que é o próprio Evangelho do Nazareno, mas agora de modo claro, e não mais alegórico.
        O espiritismo, realmente, complementa o evangelho, pois foi o próprio Jesus que disse que ainda tinha muitas coisas para falar, mas que as pessoas de sua época não podiam suportá-las. Essas coisas vieram à tona na segunda metade do século 19, quando a ciência e a tecnologia começaram a chegar de fato ao nosso mundo e que são necessárias para provarem a veracidade dessas coisas, pois o espiritismo é uma religião fundamentada na ciência. No Pentecostes, tivemos uma amostra dos fenômenos mediúnicos, mas ainda não se tratava do Consolador prometido, pois disse Jesus: “O Consolador lembrar-vos-á de minhas palavras”, ou seja, do evangelho. E o que aconteceu em Pentecostes foi apenas uma prova da existência dos fenômenos mediúnicos de vários espíritos falando em línguas estrangeiras (xenoglossia), desconhecidas dos apóstolos. (Atos 2: 5-10, e  2: 17 e 18). Mas não se sabe uma palavra sequer que lembre as de Jesus. Então, o Pentecostes ainda não tinha sido mesmo o Consolador prometido.
         Mas retomemos o assunto do médium psicógrafo e psicofônico Divaldo Franco, nascido em Feira de Santana (BA) e que comemora, em 5-5-2012, 85 anos. É fundador da Mansão do Caminho, em Salvador, BA, com 83.000 m2, 52 edificações e 3.000 crianças, adolescentes e jovens. É pai de 600 filhos adotivos. Já fez conferências evangélico-espíritas em cerca de 70 países, nos 5 continentes, inclusive na Rússia e ONU. Merecidamente é chamado de o Paulo de Tarso da atualidade. Ele tem 255 livros psicografados de profundos conteúdos evangélicos e psicológicos, de autoria, em grande parte, do conhecido espírito de Joanna de Ângelis, que foi freira espanhola numa reencarnação passada. Muitos de seus livros estão editados em várias línguas, entre elas, o alemão, albanês, catalão, dinamarquês, espanhol, esperanto, francês, holandês, húngaro, inglês, italiano, norueguês, polonês, tcheco, turco, russo, sueco e o sistema Braille. Tem 8.000.000 de exemplares vendidos. Possui 17 biógrafos e cerca de 700 títulos honoríficos, entre os quais o de Honoris Causa do Colégio Internacional de Ciências Espirituais e Psíquicas de Montreal, Canadá, em 23-5-1991; o do Decreto de Ordem do Mérito Militar, em 31.03.1997, pelo Presidente da República do Brasil;  e, juntamente com o amigo Nilson de Souza Pereira, recebeu o título de Embaixador da Paz no Mundo, em Genebra, Suíça, em 30-12-2005. E na Inglaterra, em junho de 2008, foi visitado pelo monge tibetano Kelsang Powo, Embaixador da Bondade no Mundo. (Mais detalhes em www. mansaodocaminho.com.br).
          Parabéns, Divaldo Franco, pelos seus 85 anos e pelo seu intenso trabalho na Seara Espírita. E que Deus, Jesus e Maria lhe deem ainda um bom tempo de vida na carne, e com muita saúde, para que possa continuar o seu magnífico apostolado cristão-espírita através da sua encantadora oratória que encanta o Brasil e o mundo!
José Reis Chaves (Belo Horizonte/SP)
estudou para padre na Congregação dos Redentoristas, é formado em Comunicação e Expressão na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. É Escritor, durante vários anos lecionou Português, Literatura, História, Geografia e Latim. É Teósofo, parapsicólogo, biblista, e ao longo de toda a sua vida, o autor vem desenvolvendo pesquisas sobre a Bíblia, as religiões e a Parapsicologia. Por último, passou a estudar o Espiritismo, Doutrina que assimilou com facilidade, tendo em vista o seu longo tempo de estudo da Bíblia, da História e da Teologia Cristãs. Aposentado, atualmente dedica-se ao trabalho de escrever e proferir palestras na área espiritualista, mas principalmente Espírita, por todo o Brasil.
É autor dos livros, entre outros:  “A Reencarnação Segundo a Bíblia e a Ciência”,
“Quando chega a Verdade” e "A Face Oculta das Religiões

domingo, 29 de abril de 2012

A QUE REINO VOCÊ PERTENCE?





Guilherme II, imperador alemão, viajando certa ocasião em visita a uma das mais afastadas províncias dos seus domínios, achou por bem interromper a viagem por algumas horas e visitar os alunos de uma pequena escola instalada à beira da estrada, na zona rural. 
Os alunos o receberam com emoção, respeito e acatamento. No meio de tanto entusiasmo e espontaneidade, até um discurso surgiu de improviso para saudar tão ilustre visitante. 
O imperador estava surpreso e feliz.
Observando que toda a classe era viva, inteligente e desinibida, sentiu-se muito à vontade no meio dos alunos.
Depois de ouvi-los cantar, declamar, discursar, desejou divertir-se também um pouco com as crianças. Assim, incumbiu o seu secretário de apanhar uma laranja no meio da bagagem.
Segurando-a numa das mãos, ele perguntou ao grupo:
-- Qual de vocês seria capaz de me responder a que reino pertence esta fruta que tenho na mão?
-- Ao reino vegetal -- acudiu imediatamente uma garota risonha, de olhos brilhantes e muito comunicativa.
-- Surpreendente! -- exclamou o visitante -- Bem, já que você respondeu com tanta precisão à pergunta que fiz, vou fazer-lhe uma vantajosa proposta: tenho ainda mais duas perguntas, que desejo também respostas corretas e ¡mediatas.
Se me responder com exatidão, sem hesitar, dou-lhe uma medalha como prêmio. Aceita o desafio? 
-- Aceito, sim senhor -- respondeu a garota, prontamente. 
Então, metendo a mão no bolso da sua farda, tirou uma moeda e mostrando-a, indagou:
-- E esta moeda, pertence a que reino? É capaz de responder?
-- Ao reino mineral -- disse a menina. 
-- E eu, a que reino pertenço? -- continuou Guilherme II. 
Houve um rápido momento de silêncio. Os colegas se entreolharam e a garota perdeu o sorriso alegre.
Ficou séria e constrangida. É que a pequena teve medo de ofender o imperador, dizendo-lhe pertencer ao reino animal...
Puxa! -- pensou ela. Mas perder a medalha é que não me agrada nem um pouco. Então, de repente, uma resposta lhe veio à mente e o bonito sorriso iluminou seu rostinho. 
E ela, vitoriosa, respondeu:
-- O senhor pertence ao reino de Deus! 
Professora, colegas e toda a comitiva que acompanhava o imperador não sabiam que admirar mais: se a engenhosa e verdadeira resposta cristã que a menina deu, ou se a nobre atitude do Kaiser que, entregando o prêmio com voz embargada, acrescentou profundamente emocionado:
-- Que seja eu digno desse reino, minha filha! :
(Autor Desconhecido)

segunda-feira, 23 de abril de 2012

AS QUATROS ESTAÇÕES DA VIDA.

AS QUATROS ESTAÇÕES DA VIDA.


Você já notou a perfeição que existe na natureza? Uma prova incontestável da harmonia que rege a Criação. Como num poema cósmico, Deus rima a vida humana com o ritmo dos mundos.
 
Ao nascermos, é a primavera que eclode em seus perfumes e cores. Tudo é festa. A pele é viçosa. Cabelos e olhos brilham, o sorriso é fácil. Tudo traduz esperança e alegria.
 
Delicada primavera, como as crianças que encantam os nossos olhos com sua graça. Nessa época, tudo parece sorrir. Nenhuma preocupação perturba a alma.
 
A juventude corresponde ao auge do verão. Estação de calor e beleza, abençoada pelas chuvas ocasionais. O sol aquece as almas, renovam-se as promessas.
 
Os jovens acreditam que podem todas as coisas, que farão revoluções no mundo, que corrigirão todos os erros.
 
Trazem a alma aquecida pelo entusiasmo. São impetuosos, vibrantes. Seus impulsos fortes também podem ser passageiros... Como as tempestades de verão.
 
Mas a vida corre célere. E um dia - que surpresa - a força do verão já se foi.
 
Uma olhada ao espelho nos mostra rugas, os cabelos que começam a embranquecer, mas também aponta a mente trabalhada pela maturidade, a conquista de uma visão mais completa sobre a existência. É a chegada do outono.
  Nessa estação, a palavra é plenitude. Outono remete a uma época de reflexão e de profunda beleza. Suas paisagens inspiradoras - de folhas douradas e céus de cores incríveis - traduzem bem esse momento de nossa vida.
 
No outono da existência já não há a ingenuidade infantil ou o ímpeto incontido da juventude, mas há sabedoria acumulada, experiência e muita disposição para viver cada momento, aproveitando cada segundo.
 
Enfim, um dia chega o inverno. A mais inquietante das estações. Muitos temem o inverno, como temem a velhice. É que esquecem a beleza misteriosa das paisagens cobertas de neve.
 
Época de recolhimento? Em parte. O inverno é também a época do compartilhamento de experiências.
 
Quem disse que a velhice é triste? Ela pode ser calorosa e feliz, como uma noite de inverno diante da lareira, na companhia dos seres amados.
 
Velhice também pode ser chocolate quente, sorrisos gentis, leitura sossegada, generosidade com filhos e netos. Basta que não se deixe que o frio enregele a alma.
 
Felizes seremos nós se aproveitarmos a beleza de cada estação. Da primavera levarmos pela vida inteira a espontaneidade e a alegria.
 
Do verão, a leveza e a força de vontade. Do outono, a reflexão. Do inverno, a experiência que se compartilha com os seres amados.
 
A mensagem das estações em nossa vida vai além. Quando pensar com tristeza na velhice, afaste de imediato essa idéia.
 
Lembre-se que após o inverno surge novamente a primavera. E tudo recomeça.
 
Nós também recomeçaremos. Nossa trajetória não se resume ao fim do inverno. Há outras vidas, com novas estações. E todas iniciam pela primavera da idade.
 
Após a morte, ressurgiremos em outros planos da vida. E seremos plenos, seremos belos. Basta para isso amar. Amar muito.
 
Amar as pessoas, as flores, os bichos, os mundos que giram serenos. Amar, enfim, a Criação Divina. Amar tanto que a vida se transforme numa eterna primavera
http://adde.com.br/

sábado, 21 de abril de 2012

Verdades incontestáveis


Em O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, aprendemos que as verdades espíritas, por pertencerem às leis naturais, se tornarão de domínio público.
Ou seja: todas as gentes as admitirão um dia. E, paulatinamente, é o que temos visto acontecer.
Por isso, quando lemos a história de Todd, em sua experiência de quase morte, pusemo-nos a reflexionar.
É mais um daqueles relatos que nos fala das coisas simples que Deus possibilita aos seus filhos, mostrando como os mundos visível e invisível se interpenetram.
Todd, aos quatro anos, teve um sério problema de saúde, que exigiu fosse submetido a duas cirurgias complicadas, em curto espaço temporal.
Foi exatamente ao ensejo da segunda cirurgia, que o menino se sentiu como que liberto do corpo, em uma outra dimensão, onde encontrou seres espirituais elevados.
E também seu bisavô, que jamais conhecera em sua curta existência infantil, mas que se lhe apresentou, identificando-se.
Certo dia, já recuperado, Todd surpreendeu a mãe lhe dizendo que onde estivera, e ele denominava, segundo sua crença religiosa, de céu, ele conhecera sua irmã.
E, voltando-se de forma rápida para a mãe, indagou: Mãe, você não teve uma minha irmã que morreu na sua barriga?
A mãe teve um sobressalto. O abortamento ocorrido alguns anos antes do nascimento de Todd fora muito doloroso para sua alma.
Por isso, ela e o marido jamais o haviam comentado. Mesmo porque o nascimento de Todd, posterior a esse triste episódio, fora pelo casal entendido como uma recompensa divina.
Uma dádiva celeste pela frustração da gestação anterior, tão aguardada e tão dolorosamente frustrada.
Contudo, agora ali estava um menino de quatro anos a afirmar que conhecera sua irmã, no mundo espiritual. E a dar detalhes: Ela tinha cabelos escuros, diferentemente dele próprio e da outra irmã.
Quando a esposa falou ao marido, ambos se emocionaram. O relato era por demais detalhado. A menina não tinha nome, frisara o menino.
Era verdade. Desde o início da gravidez e ainda não sabendo o sexo da criança, o casal não tinha cogitado de nomes.
E o fato de ter cabelos escuros era outro detalhe interessante. Esse era o grande desejo de Sonia, a mãe. Queria um filho de cabelos escuros, que se assemelhasse a ela.
*   *   *
Embora ainda haja quem duvide que, além desta vida, existe outra vida, plena, rica;
embora haja quem afirme que quem morre na carne, deixa de existir em definitivo, diariamente, Deus dá demonstrações das ricas dimensões espirituais.
A uma criança, sem ideias preconcebidas, permite o vislumbrar de realidades impensadas pelos próprios pais.
A pessoas que têm da vida espiritual conceitos muito bem definidos, rígidos, mostra a infinita realidade do Espírito que nunca morre.
E que se comunica com os amores que continuam no exílio da Terra. Seres que amam, cuidam e têm interesse no progresso e na felicidade dos que permanecem na retaguarda do mundo.
Pensemos nisso e aprendamos a ler as mensagens celestes, nas entrelinhas dos acontecimentos diários, em que a Divina Providência escreve a Sua grandeza e demonstra a infinita bondade.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 17, do livro O
céu é de verdade, de Todd Burpo, com Lynn Vincent, ed. Vida melhor.

Em 16.04.2012.

Você Pode Mudar o Mundo


     

    "Seja a mudança que você quer ver no mundo." Gandhi

    Se lhe fosse dado o mesmo poder divino recebido pelo repórter Bruce Nolan, personagem de Jim Carrey no filme "Todo poderoso", que mudanças no mundo você faria? Pense agora: Você teria todo o poder de intervir em tudo, com exceção de uma única coisa: o livre arbítrio, ou seja, a liberdade que o ser humano tem de fazer escolhas para si mesmo. Então, o que você "consertaria" no mundo?
    É bem provável que o seu alvo principal não fosse a natureza, ou as forças naturais que a regem. Você deixaria a chuva caindo da mesma forma, o mar em seu vai-e-vem, e o sol no seu curso natural. Deixaria os animais procriando e sobrevivendo dentro de suas cadeias alimentares. É provável que nem os prédios ou objetos você se preocupasse em alterar. Mas, existe uma grande possibilidade que as soluções que você tanto almeja para o mundo, passassem necessariamente pela mudança do bicho homem.
    Pois pare de esperar e saiba que você já tem esse poder. Não precisa ficar esperando que Deus desça dos altos céus para lhe conferir essa capacidade de mudar o ser humano. Você a tem. Mas não de mudar diretamente os outros, e sim de mudar a si mesmo. E é esse o grande problema: o caminho para levar os outros a mudarem, passa por você. Aí está o entrave. Enquanto você olha para fora, em busca do alvo para usar o seu poder, esquece que em você mesmo está o agente para a mudança do mundo.
    Quero lhe falar de algo poderoso: se você mudar, você poderá mudar o mundo que lhe cerca. Você poderá mudar sua vizinhança, sua casa, seu ambiente de trabalho, seus colegas. Jesus disse que podemos e devemos ser sal e luz. Esse é o caminho: mude a pessoa que existe em você, seja sal e luz, e as pessoas irão reagir de uma forma diferente. Você pode, como disse Gandhi, ser a mudança que espera ver no mundo. Você pode receber mais sorrisos, desde que sorria primeiro. Você pode ver mais justiça entre os seus, desde que lute por ela e a exercite em suas ações. Você pode ver menos pessoas famintas, desde que se mobilize e, sozinho ou junto com outros, doe. Você pode fazer de seu espaço de trabalho um lugar mais feliz, desde que você irradie e opere felicidade. Mesmo que os outros não mudem, com sua mudança, você passará a vê-los de uma outra forma, com uma outra atitude. E isso fará o seu mundo diferente. Quando alertaram Gandhi que alguém tinha lhe ofendido, ele respondeu: "mas não me senti ofendido". Gandhi morreu, mas não sua causa, não seu exemplo. O mundo continua mudando por causa de suas palavras.
    Bem, como você já deve ter observado, todas essas coisas somente poderão ser alcançadas se você tomar a iniciativa de agir primeiro. Ou seja, parar de esperar, e assumir o compromisso de ser a mudança que espera ver no mundo. Como? É simples: MUDE! Aceita o desafio?
    Compromisso de hoje: Deus me deu a maior das armas para mudar o mundo: o amor a Ele, a mim próprio e ao próximo. Vou usá-lo. Vou mudar o mundo que me cerca. Vou amar, incondicionalmente! Será o suficiente!

Anencefalia-Divaldo Franco‏


Anencefalia
 
 
Nada no Universo ocorre como fenômeno caótico, resultado de alguma desordem que nele predomine. O que parece casual, destrutivo, é sempre efeito de uma programação transcendente, que objetiva a ordem, a harmonia.

De igual maneira, nos destinos humanos sempre vige a Lei de Causa e Efeito, como responsável legítima por todas as ocorrências, por mais diversificadas apresentem-se.
O Espírito progride através das experiências que lhe facultam desenvolver o conhecimento intelectual enquanto lapida as impurezas morais primitivas, transformando-as em emoções relevantes e libertadoras.

Agindo sob o impacto das tendências que nele jazem, fruto que são de vivências anteriores, elabora, inconscientemente, o programa a que se deve submeter na sucessão do tempo futuro.

Harmonia emocional, equilíbrio mental, saúde orgânica ou o seu inverso, em forma de transtornos de vária denominação, fazem-se ocorrência natural dessa elaborada e transata proposta evolutiva.

Todos experimentam, inevitavelmente, as consequências dos seus pensamentos, que são responsáveis pelas suas manifestações verbais e realizações exteriores.
Sentindo, intimamente, a presença de Deus, a convivência social e as imposições educacionais, criam condicionamentos que, infelizmente, em incontáveis indivíduos dão lugar às dúvidas atrozes em torno da sua origem espiritual, da sua imortalidade.

Mesmo quando se vincula a alguma doutrina religiosa, com as exceções compreensíveis, o comportamento moral permanece materialista, utilitarista, atado às paixões defluentes do egotismo.

Não fosse assim, e decerto, muitos benefícios adviriam da convicção espiritual, que sempre define as condutas saudáveis, por constituírem motivos de elevação, defluentes do dever e da razão.

Na falta desse equilíbrio, adota-se atitude de rebeldia, quando não se encontra satisfeito com a sucessão dos acontecimentos tidos como frustrantes, perturbadores, infelizes...
Desequipado de conteúdos superiores que proporcionam a autoconfiança, o otimismo, a esperança, essa revolta, estimulada pelo primarismo que ainda jaz no ser, trabalhando em favor do egoísmo, sempre transfere a responsabilidade dos sofrimentos, dos insucessos momentâneos aos outros, às circunstâncias ditas aziagas, que consideram injustas e, dominados pelo desespero fogem através de mecanismos derrotistas e infelizes que mais o degrada, entre os quais o nefando suicídio.
Na imensa gama de instrumentos utilizados para o autocídio, o que é praticado por armas de fogo ou mediante quedas espetaculares de edifícios, de abismos, desarticula o cérebro físico e praticamente o aniquila...

Não ficariam aí, porém, os danos perpetrados, alcançando os delicados tecidos do corpo perispiritual, que se encarregará de compor os futuros aparelhos materiais para o prosseguimento da jornada de evolução.

                           * * * * * *
É inevitável o renascimento daquele que assim buscou a extinção da vida, portando degenerescências físicas e mentais, particularmente a anencefalia.
Muitos desses assim considerados, no entanto, não são totalmente destituídos do órgão cerebral.

Há, desse modo, anencéfalos e anencéfalos.

Expressivo número de anencéfalos preserva o cérebro primitivo ou reptiliano, o diencéfalo e as raízes do núcleo neural que se vincula ao sistema nervoso central…
Necessitam viver no corpo, mesmo que a fatalidade da morte após o renascimento, reconduza-os ao mundo espiritual.
Interromper-lhes o desenvolvimento no útero materno é crime hediondo em relação à vida. Têm vida sim, embora em padrões diferentes dos considerados normais pelo conhecimento genético atual...

Não se tratam de coisas conduzidas interiormente pela mulher, mas de filhos, que não puderam concluir a formação orgânica total, pois que são resultado da concepção, da união do espermatozóide com o óvulo.

Faltou na gestante o ácido fólico, que se tornou responsável pela ocorrência terrível.

Sucede, porém, que a genitora igualmente não é vítima de injustiça divina ou da espúria Lei do Acaso, pois que foi corresponsável pelo suicídio daquele Espírito que agora a busca para juntos conseguirem o inadiável processo de reparação do crime, de recuperação da paz e do equilíbrio antes destruído.

Quando as legislações desvairam e descriminam o aborto do anencéfalo, facilitando a sua aplicação, a sociedade caminha, a passos largos, para a legitimação de todas as formas cruéis de abortamento.

... E quando a humanidade mata o feto, prepara-se para outros hediondos crimes que a cultura, a ética e a civilização já deveriam haver eliminado no vasto processo de crescimento intelecto-moral.

Todos os recentes governos ditatoriais e arbitrários iniciaram as suas dominações extravagantes e terríveis, tornando o aborto legal e culminando, na sucessão do tempo, com os campos de extermínio de vidas sob o açodar dos mórbidos preconceitos de raça, de etnia, de religião, de política, de sociedade...

A morbidez atinge, desse modo, o clímax, quando a vida é desvalorizada e o ser humano torna-se descartável.

As loucuras eugênicas, em busca de seres humanos perfeitos, respondem por crueldades inimagináveis, desde as crianças que eram assassinadas quando nasciam com qualquer tipo de imperfeição, não servindo para as guerras, na cultura espartana, como as que ainda são atiradas aos rios, por portarem deficiências, para morrer por afogamento, em algumas tribos primitivas.

Qual, porém, a diferença entre a atitude da civilização grega e o primarismo selvagem desses clãs e a moderna conduta em relação ao anencéfalo?

O processo de evolução, no entanto, é inevitável, e os criminosos legais de hoje, recomeçarão, no futuro, em novas experiências reencarnacionistas, sofrendo a frieza do comportamento, aprendendo através do sofrimento a respeitar a vida…

                      * * * * * *
Compadece-te e ama o filhinho que se encontra no teu ventre, suplicando-te sem palavras a oportunidade de redimir-se.

Considera que se ele houvesse nascido bem formado e normal, apresentando depois algum problema de idiotia, de hebefrenia, de degenerescência, perdendo as funções intelectivas, motoras ou de outra natureza, como acontece amiúde, se também o matarias?

Se exercitares o aborto do anencéfalo hoje, amanhã pedirás também a eliminação legal do filhinho limitado, poupando-te o sofrimento como se alega no caso da anencefalia.
Aprende a viver dignamente agora, para que o teu seja um amanhã de bênçãos e de felicidade.

 
                            Joanna de Ângelis
(Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na reunião mediúnica da noite de 11 de abril de 2011, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

10 METAS ATÉ O FIM DO ANO.


10 METAS ATÉ O FIM DO ANO.

1) Não arrumar problemas.



2) Encarar desafios.





3) Concentrar-se no trabalho. 




4) Fazer exercícios. 





5) Ajudar o proximo. 




6) Cuidar dos amigos. 




7) Estar preparado para dias difíceis. 




8) Descansar mais. 





9) Acreditar que nada é impossível. 








E, claro....



10) Sorrir sempre. 


FELIZ 2012!