Tempos de mudança
Há muito que esperamos por uma mudança no planeta. Já se falou do “fim do mundo” com catástrofes naturais, invasões alienígenas e tantas outras formas de imaginar um fim para a nossa sociedade como a conhecemos. A ideia tem se mantido viva por gerações nas mentes mais criativas e nos tem apavorado desde o tempo em que receávamos que o céu caísse sobre nossas cabeças, ou que os deuses nos castigassem por essa ou aquela causa.
De Nostradamus aos maias, de videntes de toda sorte às revelações da Espiritualidade Superior, por meio de médiuns confiáveis, as informações nos dão conta do final dos tempos, de uma transformação radical. Todo crescimento solicita reforma, toda reforma provoca desconforto, e a nossa história, desde sempre, mostra-nos com clareza que apesar de termos várias opções menos traumáticas, via de regra, escolhemos a dor como caminho para crescimento e evolução.
Sem nenhum pensamento alarmista de religiosos fanáticos, mas, por outro lado, sem ceticismo cego, parece-nos bastante evidente que o nosso planeta está em pleno curso de mudança, seja por conta de nossa interferência, seja em razão do cumprimento de seus ciclos evolutivos naturais no contexto do Universo.
Não há dúvida de que o nosso clima está mudando. Características novas surgem com fenômenos raros passando a ocorrer de forma corriqueira. Em nosso país ocorrem ciclones no Sul, enchentes no Nordeste, tremores de terra no Sudeste. De onde vem tudo isso?
Será que o derretimento da calota polar nas proporções em que vem ocorrendo não tem uma causa? Não provoca efeitos? A mudança dos polos magnéticos do planeta não é um fenômeno significativo de mudanças importantes em nosso orbe? Vamos continuar fingindo que não está acontecendo?
Claro que isso é amedrontador, pois ninguém se sente tranquilo pensando em tsunamis, terremotos e tantas outras catástrofes, muitas delas representadas com toda a carga de realidade e dramaticidade nos efeitos especiais dos filmes norte-americanos. Mas é só isso? Seria a mudança climática o único termômetro de uma transformação tão profunda? Cremos que não.
Não faz muito tempo, os bebês só abriam os olhinhos com uma semana de vida ou mais, a puberdade ocorria mais tarde e não se viam meninas de 10 anos namorando ou trocando cartas de amor, muito menos grávidas, mas brincando de boneca e de casinha.
Os tempos mudaram, é certo, mas quem promoveu essa mudança? Não foram as gerações sucessivas que evoluíram em ciência e tecnologia, introduzindo em nosso planeta hábitos novos e formas mais maduras e racionais de ver o mundo? Sem dúvida, a tecnologia deu um salto vertiginoso, mas a evolução moral não lhe acompanhou o voo brilhante. Permanecem ainda nos corações humanos o mesmo apego ao ouro, ao acúmulo dos bens materiais, e a mesma indiferença de bilhões deles aos apelos do Cristo em favor da paz e renovação. Aconteceu o que Kardec previra – a transformação pela “madureza dos tempos”. Chegou a hora do salto, mas somos seres estranhos de cabeça imensa e coração mirrado.
Mas dentre tantos sinais de mudança, temos ainda mais um para provar que existe um futuro além do apocalipse. Esse sinal é a presença de espíritos mais esclarecidos que estão reencarnando neste novo milênio, demonstrando muito cedo sua envergadura espiritual. São gênios precoces. É claro que eles sempre existiram, mas as crianças prodígios de hoje atuam em campos diversificados e denotam firmeza em seus propósitos e compromissos em favor da paz no planeta. A mídia tem-nos apresentado esses pequenos notáveis. Akrit Jaswal, o adolescente indiano, é cirurgião desde os 7 anos. Boriska, apelido do garoto russo Boris Kipriyanovich, luta pela paz desde menino. Akiane Kramarik é pintora desde os 2 anos de idade e coloca a sua arte em favor da fé e da fraternidade entre os povos.
Além desses, muitos outros espíritos estão reencarnados em vários pontos do globo, e sempre poderão ser reconhecidos por suas qualidades superiores em sabedoria e amor. Esperamos para breve a manifestação de um deles, o nosso querido Emmanuel, reencarnado desde o ano 2000, e que deverá desempenhar missão marcante na área da educação e, quem sabe, no cenário político do nosso país. Essa é a boa notícia nesse quadro de tantas incertezas e medos.
Esses espíritos vão nos ajudar a construir a Era Nova com que todos nós sonhamos, ensinando-nos a aplicar utilmente a ciência e a tecnologia conquistadas. Principalmente, vão nos auxiliar a resgatar do “velho mundo” a Boa Nova – os princípios morais trazidos por nosso Mestre Jesus, que são a plataforma indispensável para todo o desenvolvimento espiritual da humanidade.
Chegou a hora de abandonar hábitos primitivos, recusar definitivamente a iniquidade e a violência. É preciso estabelecer a vida igualitária em nossa sociedade, lutar para implantar nela a caridade em todas as suas formas, para que possamos viver o amor verdadeiro. Sem isso, não haverá sobrevivência aceitável para o nosso planeta.
O mundo vai acabar sim, do jeito que o conhecemos, para ressurgir como um mundo regenerado, alicerçado no amor e na concórdia. E os operários dessa reforma já estão se apresentando, cada um dentro de sua especialidade, a fim de conduzir o orbe à transformação inevitável.
Que nós sejamos dignos de continuar a habitá-lo.
De Nostradamus aos maias, de videntes de toda sorte às revelações da Espiritualidade Superior, por meio de médiuns confiáveis, as informações nos dão conta do final dos tempos, de uma transformação radical. Todo crescimento solicita reforma, toda reforma provoca desconforto, e a nossa história, desde sempre, mostra-nos com clareza que apesar de termos várias opções menos traumáticas, via de regra, escolhemos a dor como caminho para crescimento e evolução.
Sem nenhum pensamento alarmista de religiosos fanáticos, mas, por outro lado, sem ceticismo cego, parece-nos bastante evidente que o nosso planeta está em pleno curso de mudança, seja por conta de nossa interferência, seja em razão do cumprimento de seus ciclos evolutivos naturais no contexto do Universo.
Não há dúvida de que o nosso clima está mudando. Características novas surgem com fenômenos raros passando a ocorrer de forma corriqueira. Em nosso país ocorrem ciclones no Sul, enchentes no Nordeste, tremores de terra no Sudeste. De onde vem tudo isso?
Será que o derretimento da calota polar nas proporções em que vem ocorrendo não tem uma causa? Não provoca efeitos? A mudança dos polos magnéticos do planeta não é um fenômeno significativo de mudanças importantes em nosso orbe? Vamos continuar fingindo que não está acontecendo?
Claro que isso é amedrontador, pois ninguém se sente tranquilo pensando em tsunamis, terremotos e tantas outras catástrofes, muitas delas representadas com toda a carga de realidade e dramaticidade nos efeitos especiais dos filmes norte-americanos. Mas é só isso? Seria a mudança climática o único termômetro de uma transformação tão profunda? Cremos que não.
Não faz muito tempo, os bebês só abriam os olhinhos com uma semana de vida ou mais, a puberdade ocorria mais tarde e não se viam meninas de 10 anos namorando ou trocando cartas de amor, muito menos grávidas, mas brincando de boneca e de casinha.
Os tempos mudaram, é certo, mas quem promoveu essa mudança? Não foram as gerações sucessivas que evoluíram em ciência e tecnologia, introduzindo em nosso planeta hábitos novos e formas mais maduras e racionais de ver o mundo? Sem dúvida, a tecnologia deu um salto vertiginoso, mas a evolução moral não lhe acompanhou o voo brilhante. Permanecem ainda nos corações humanos o mesmo apego ao ouro, ao acúmulo dos bens materiais, e a mesma indiferença de bilhões deles aos apelos do Cristo em favor da paz e renovação. Aconteceu o que Kardec previra – a transformação pela “madureza dos tempos”. Chegou a hora do salto, mas somos seres estranhos de cabeça imensa e coração mirrado.
Mas dentre tantos sinais de mudança, temos ainda mais um para provar que existe um futuro além do apocalipse. Esse sinal é a presença de espíritos mais esclarecidos que estão reencarnando neste novo milênio, demonstrando muito cedo sua envergadura espiritual. São gênios precoces. É claro que eles sempre existiram, mas as crianças prodígios de hoje atuam em campos diversificados e denotam firmeza em seus propósitos e compromissos em favor da paz no planeta. A mídia tem-nos apresentado esses pequenos notáveis. Akrit Jaswal, o adolescente indiano, é cirurgião desde os 7 anos. Boriska, apelido do garoto russo Boris Kipriyanovich, luta pela paz desde menino. Akiane Kramarik é pintora desde os 2 anos de idade e coloca a sua arte em favor da fé e da fraternidade entre os povos.
Além desses, muitos outros espíritos estão reencarnados em vários pontos do globo, e sempre poderão ser reconhecidos por suas qualidades superiores em sabedoria e amor. Esperamos para breve a manifestação de um deles, o nosso querido Emmanuel, reencarnado desde o ano 2000, e que deverá desempenhar missão marcante na área da educação e, quem sabe, no cenário político do nosso país. Essa é a boa notícia nesse quadro de tantas incertezas e medos.
Esses espíritos vão nos ajudar a construir a Era Nova com que todos nós sonhamos, ensinando-nos a aplicar utilmente a ciência e a tecnologia conquistadas. Principalmente, vão nos auxiliar a resgatar do “velho mundo” a Boa Nova – os princípios morais trazidos por nosso Mestre Jesus, que são a plataforma indispensável para todo o desenvolvimento espiritual da humanidade.
Chegou a hora de abandonar hábitos primitivos, recusar definitivamente a iniquidade e a violência. É preciso estabelecer a vida igualitária em nossa sociedade, lutar para implantar nela a caridade em todas as suas formas, para que possamos viver o amor verdadeiro. Sem isso, não haverá sobrevivência aceitável para o nosso planeta.
O mundo vai acabar sim, do jeito que o conhecemos, para ressurgir como um mundo regenerado, alicerçado no amor e na concórdia. E os operários dessa reforma já estão se apresentando, cada um dentro de sua especialidade, a fim de conduzir o orbe à transformação inevitável.
Que nós sejamos dignos de continuar a habitá-lo.
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